AURI
CONTEMPORÂNEAS VIVARA
Auri, 2025
Malha de alumínio e aço
11,8 x 5,6 x 0,15 m
A instalação na Praça das Artes propõe um gesto de deslocamento do adorno para a dimensão urbana. Um grande ou tecido metálico dourado se sobrepõe ao edifício, incorporando uma nova camada sensível que desperta o olhar e reinterpreta a paisagem. Ao se expandir para o espaço público, o adorno se distancia da sua escala íntima e passa a operar diretamente no tecido urbano.
O dourado ilumina o concreto da Praça das Artes, criando uma fricção entre distintas materialidades, trazendo brilho e movimento à rigidez e crueza do brutalismo. O gesto de ornamentar não apenas destaca o edifício na paisagem, como também inscreve nele uma narrativa sensível, capaz de ativar memórias, criar vínculos e provocar experiências de pertencimento coletivo no espaço urbano.
Contemporâneas Vivara - 'Nem Tudo Que Reluz'
Curadoria: Ana Avelar
Realização: Tête à Tête e Ministério da Cultura


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